Opatija, Ístria

Opatija é conhecida como a pérola do adriático e para chegar lá, deixamos a Eslovênia e voltamos para a Croácia.

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Primeira parada foi para registrar essa paisagem que parecia uma pintura, as estradas são assim, cheias de surpresas. Aqui ainda Eslovénia.

Estação da Polícia de Fronteiras Jelšane, Eslovênia – Pedágio e Polícia de Fronteiras Rupa, Croácia, passamos pela primeira com a maior tranquilidade. Concluímos que o problema que mencionei anteriormente, sobre algumas pessoas perderem horas na aduana, é só da Croácia para a Eslovénia, o inverso é tranquilo.

Passamos a fronteira e já caímos direto nessa fila da polícia e pedágio da Croácia, a sim, as estradas lindas e perfeitas são lotadas de pedágios caros. Mas não dá pra reclamar. Mesmo!

Opatija é a estância turística na região da Ístria, a 110 km de Trieste (Itália).

Banhada pelo Adriático, tem um “calçadão”, chamado Lungomare, de Preluka a Lovran, numa distância aproximada de 12 km.

Foi declarada estância balneária em 1889.

É uma cidade elegante, sofisticada e cara.

É em Opatija que se encontra o primeiro hotel da costa adriática: o antigo Hotel Quarnero e atual Hotel Kvarner, construído em 1884.

Basta um passeio pela cidade para reconhecer o seu magnífico passado.

Nossa chegada foi uma grata surpresa, o hotel que eu escolhi foi o Amadria Park Hotel Agava, fui sorteada com essa bela vista e uma varanda, que mereceu uma comemoração e um brinde à vida e a viagem.

 

Chegamos e saímos de Opatija com chuva e isso estragou um pouco, inclusive nosso roteiro acabou sendo limitado.

Mas o jantar que eu havia reservado no Bevanda, um dos mais conhecidos restaurantes de comida local aconteceu.

No Lungomare, um menu degustação surpresa e o prato principal um Sea Bass, escolhido por nós num aquário enorme.

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Pra acompanhar um vinho da Ístria, considerada a Toscana croata.

Foi perfeito!

Aquele sol que poderia ter aparecido no dia seguinte não rolou, com chuva mesmo fomos dar um rolezinho na parte principal (teoricamente) do Lungomare.

Além do banho de chuva tomei alguns chuas do mar,  que estava batendo bem forte e um baita escorregão na ponte, tudo por uma foto 😳

As meninas disseram que parece Mônaco, eu não conheço, então só concordei.

O preço e o estilo devem ser parecidos, muda a moeda. .

Esta é a Maiden with the Seagull, um ícone de Opatija, imagem dos cartões postais e de todas campanhas de turismo de Opatija.

A história da “Donzela com a Gaivota” tem origem em 1891, no auge do boom turístico de Opatija, quando o Conde Arthur Kesselstadt e sua esposa, a Condessa Fries, foram vítimas de uma violenta tempestade nesse local.

A família do conde, em homenagem e memória do filho, instalou uma escultura chamada “Madonna on the Rocks” que também sofreu com as condições severas no mar, foi restaurada e agora está no Museu Croata de Turismo

Em 1956, essa estátua do escultor croata Zvonko Car, de uma jovem, com a palma da mão esticada e uma gaivota agitada, representando a vida no Adriático – leve, alegre, despreocupada e elegante, ocupou o local e lá permanece até hoje

Durante anos, ninguém soube a identidade da garota. Recentemente, Jelena Jendrasic, revelou que foi ela quem serviu de modelo para a estátua.

Eu fiz muitas fotos dela!

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Opatija sem dúvida de todas as cidades que visitamos é a mais turística, sem chuva deve ter um colorido e um charme especial e deve lotar nos finais de semana, mas não mais que Dubrovnik!

As gaivotas são as donas do pedaço, pra onde a gente olhava tinha uma gaivota e não era uma gaivotinha não, elas são bem vitaminadas !

Essa é a cor da água da marina que ficava logo abaixo do nosso hotel, isso com um dia bem cinza. Paramos para um café, fui entrando e fiquei impressionada.

Volosko é a vila dos pescadores de Opatija, essa era a rua mais larga. Pra sair daí, morro acima, tivemos que pedir pra tirarem um carro porque o Jeep não passava. Resumindo, tenho certeza que essa vila teria sido a cereja do bolo, mas estava tudo fechado e nem um vinho local deu pra ser degustado.

De todo roteiro desta viagem, se eu fosse fazer uma modificação, sem dúvida, seria tirar Opatija e acrescentar uma noite em outro lugar, provavelmente Split.

Achei que deixou a desejar, mas como ela está em todos roteiros bacanudos das grandes agências de turismo, fiz questão de mantê-la, mas depois de ir eu tenho argumentos pra tirar.

Mas valeu… well done! Partiu Jezera!

SLIDESHOW DOS STORIES DE OPATIJA

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