One Time In Memphis!

Aquela música que vai ser a de Memphis….

Memphis.

Vou embora amanhã cedinho.

Vou pegar o trem “The City of New Orleans”, que vem de Chicago, com destino a New Orleans, mas vou descer em Yazoo City.

Não sei se algum dia voltarei aqui, afinal tenho minha wishlist de lugares que pretendo ir e acho que não terei tempo hábil, mas voltaria.

Mesmo sendo o inglês deles diferente do meu, sério, isso não foi um problema, me virei bem, não deixei de fazer nada, não comi nem bebi nada que não tivesse sido minha escolha. Eles só falam muito rápido (risos).

Três dias e não encontrei nenhum brasileiro. Isso é difícil, quem viaja sabe, a gente parece que tem um imã, o meu aqui falhou.

O clima aqui é tipo interiorzão de São Paulo, tipo Penápolis, um calor do cão. Outono e eu que não sou de suar, derreti. Hoje apelei pra piscina.

O que mais me “tocou” foi o National Civil Rights Museum, eu imaginava pelo que li, mas foi além. A história que é deles e é nossa, e que é passado é presente, com o perdão da palavra, foi phoda. E quem achar que é exagero pague pra ver. As pessoas, sem exceção, em algum ou em vários momentos, choram.

O resto é alegria, todo mundo, assim como eu, vem aqui porque ama música boa e é o que tem o tempo todo. Bares, lanchonetes, pátios, praças, todo lugar tem alguém cantando e tocando tudo que a gente gosta. Acertei e tô feliz!

Memphis vive da música negra, que tem parte da origem registrada no National Civil Rights Museum, e é por isso essa viagem.

Eu não fui a Graceland, casa do Elvis, porque eu sou meio chata. Pesquisei e vi que lá se vê muito pouco, nada pode, inclusive fotografar e custa (a partir de) 50 dólares. Achei meio exploração. Posso ter errado, mas foi uma opção.

Aqui é muito legal, com ou sem Graceland, Elvis está em todo canto, black or white, o cara é o cara. Mas não é só ele. Não da pra listar os feras que fazem a história musical de Memphis.

Uma coisa que eu senti, forte. Quando eles cantam blues, eles falam. Cantaram pra mim, me olhando, dizendo a música. Eu entendo as palavras mas não o contexto. O sentimento que eles passam é muito além do que eu absorvo.

Agora imaginem se eu entendesse!?!?!

See You Later Alligator 😛

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